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Fauna Urbana - Furry, Antro, Notícias, Fotos e Eventos

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Coluna Jrrhack
5
set

Bienal e Mostra de Grafitti

Gente que coisa linda está a mostra de arte Grafitti no MuBE em Sampa, é uma das poucas exposições abertas ao público (entrada franca) de arte de rua que acontece por aqui. Digo exposições por terem curadoria, estarem agrupados e terem um acabamento muito bom, pois grafitti espalhado pela cidade são de visualização gratuita também.

Grafiteiros famosos e outros nem tanto expõe em pinturas, artes plásticas, montagens e até um carro grafitado estão disponíveis para visitação no Mube, (av. Europa, 218, SP) para quem não sabe chegar lá, é só descer no Metrô Consolação e descer a rua Augusta em direção Jardins por uns 2,5km, hoje que foi um dia maravilhoso para caminhada, cidade vazia, nublado e fresquinho foi o dia ideal, aliás ainda é tempo o Mube fica aberto de Terça a Domingo das 10 as 19h.

É interessante ver como os pintores criam texturas e gradiências perfeitas utilizando-se somente de tintas e spray, nada digital tudo na raça, sem ctrl-z nem nada, o que notei, porém como o tema é Fine Art Grafitti, não temos as tradicionais denúncias ao governo e à sociedade, são pinturas daquelas que você colocaria na sua casa.

23
ago

Como sair bem na foto

Nos dias de hoje, todo mundo porta uma câmera fotográfica digital, seja ela embutida no celular, câmera compacta ou câmera reflexo, porém eu vou passar algumas dicas para melhorar as suas fotos, seja elas retrato, fotos de fursuits, fotos de galerinha ou qualquer outra coisa.

1. Fotografia tem tudo haver com iluminação: A luz do sol é a nossa fonte natural de luz, então não hesite em aproveitá-la. Uma boa foto consiste principalmente em ter luz no seu tema principal, se você estiver fazendo um retrato, a luz precisa estar incidindo no rosto da pessoa (ou furry), se a luz estiver vindo nas costas da pessoa e ela não quer se virar para a luz você pode se aproximar de algum objeto branco ou espelhado que reflita a luz de volta para a pessoa.

2. Ambiente escuro: Se você estiver em uma baladinha escura provavelmente você vai precisar usar flash. Infelizmente o flash embutido da câmera é a pior fonte de luz que você pode imaginar, por que ela dura um instante e você não sabe exatamente o que vai acontecer até que seja tarde demais, ela também é ruim por que ela não imita uma luz natural do sol, a luz vem de frente ao invés de cima, ou seja, você acaba matando algumas sombras que geram volume (principalmente em fur sintético, a luz de frente reflete e tende a deixar o pêlo esbranquiçado).

Se você puder se aproximar a uma fonte de luz qualquer, seja uma lâmpada ou um quiosque iluminado, você pode evitar o uso do flash, mas se isso ainda não for possível você pode tentar difundir a luz um pouco para amenizar o efeito de luz dura colocando um pedacinho de papel celofane em frente ao flash, ou se o flash aceitar que mire para outro lado (no caso de flashes de cabeça móvel) você pode, por exemplo, jogar a luz do flash para cima ou para o lado (onde tiver uma parede branca ou espelhada mais próxima) para que a luz vá até a parede, e volte amenizada.

Para cima é aconselhável por que geralmente a luz do sol vem de cima, isso deixa a foto mais natural. Se o seu flash não permite rotação, você pode pegar um pedacinho de espelho e colocar em frente ao flash para que a luz rebata no espelho e jogue para cima, por exemplo.

3. Ação: Uma foto com pessoas posadas sérias geralmente tem mais valor de registro que diversão, então coloque as pessoas em uma situação engraçada, ou pelo menos que lembre uma situação interessante, caretas e poses incomuns também são válidas.

4. Composição: Imagine que a foto seja um desenho que você vai por no papel. Em um desenho, você se preocupa com os detalhes, o fundo e a luz. Na foto é a mesma coisa, por exemplo, se você estiver fotografando seus amigos em um boliche, e você quer que eles pareçam estar no boliche, então você precisa encontrar um ângulo que não apareça só as pessoas, mas também alguma coisa que lembre boliche seja uma pista ou uma bola com três furos. Se você está em uma convenção de furry, você provavelmente não vai querer que junto com o retrato do seu furry favorito apareça um Batman andando descalço no fundo, ou demônio de vermelho tirando toda a atenção da foto, vire a câmera para um local onde nada no fundo tire a atenção do que você está fotografando (vide http://thisisphotobomb.com/ para fotos fail  de como não fazer)

5. Valorize o seu tema: Um dos erros mais comuns dos fotógrafos amadores é de fotografar na altura dos olhos, ou seja, se você estiver fotografando um gato, por exemplo, você vê o gato de cima para baixo, por que o gato é baixinho e pequeno, isso dá um ar de inferioridade ao gato, mas se você fotografar na mesma altura que ele, você mantém uma perspectiva de igual para igual, ou até de baixo para cima você supervaloriza o tema. Isso funciona para pessoas também, se uma pessoa for mais baixa que você, por exemplo, e você fotografar na sua altura, de cima para baixo essa pessoa vai parecer mais cabeçuda, mais baixinha e provavelmente mais gorda sem contar que vai aparecer o topo da cabeça, o que geralmente não é o que as pessoas querem.

6. Fotos de grupos: Quando fotografar várias pessoas, o ideal é não utilizar flash e aproveitar o máximo da luz ambiente, se possível deixar as pessoas mais ou menos lado a lado para que todas as pessoas fiquem em foco e tenha a mesma perspectiva (como um time de futebol), vide o quadro da Santa Ceia, note que todos estão mais ou menos a mesma distancia do pintor, ou seja, todos estão do lado de lá da mesa. Mas vamos supor que você esteja em uma pizzaria, com pessoas lá no fundo e pessoas mais a frente. Esse tipo de foto é super complicado por que geralmente a pessoa que está mais próximo fica maior e mais distorcido, e acaba escondendo as pessoas que estão mais atrás e as pessoas que ficam no meio ficam pequenas. Nesse caso é aconselhável usar tripé e fotografar de uma altura acima de todas as pessoas, ou pedir que as pessoas mais do fundo fiquem de pé para que apareçam.

Tripé por que já que você não vai usar flash, a possibilidade de a foto sair tremida segurando na mão é maior, mas no caso de não ter nenhum tripé em mãos, você pode usar um copo de vidro como tripé, uma caixa de papelão ou até um pacote de feijão.

Se você estiver tendo problemas de fotos tremidas, e estiver segurando na mão, tente deixar sem zoom, pois o zoom para fotos tremidas funciona como segurar uma colher na ponta do cabo, quanto mais longo o cabo da colher mais tremido fica a outra ponta.

7. Retratos: O mais importante em um retrato é mostrar a personalidade da pessoa ou fursuit, então não hesite em pedir para que o tema fique em uma posição característica ou fique um pouco de perfil, ou até fique em algum lugar que dê contraste, você pode inclusive utilizar o céu como fundo, para isso você precisa estar de costas para o sol e se abaixar em relação ao indivíduo, assim você cria uma perspectiva de superioridade e tem o céu como fundo. E faça muitas fotos, mesmo que não aproveitem todas elas.

Ver desenhos de artistas ajuda muito na hora de escolher uma pose ou retrato, pois se as pessoas não desenham os personagens em alguma pose (por exemplo, de frente chapado) é por que não funciona muito bem na foto também.

8. Menos é mais: Uma foto com muitos pontos de interesse se torma uma imagem desinteressante, poluída, se você estiver fotografando pessoas em um ambiente muito tumultuado, aproxime bem a câmera para que o tumulto não apareça na foto. Em geral fotos do tipo onde está Wally não funcionam.
9. Conheça os limites da sua câmera: Muitas vezes a câmera é melhor que o fotógrafo, por mais simples que ela seja, a câmera capta luz, então para você ter uma foto você precisa estar em um lugar bem iluminado, não adianta comprar uma câmera profissional achando que isso vai resolver todos os seus problemas por que tanto a câmera amadora quanto a profissional requer luz, se o fotógrafo souber utilizar a luz de forma sábia, grande parte da foto está feita.

10. Saiba guardar as fotos: Simplesmente copiar as fotos para o HDD do seu computador não é o suficiente, vamos supor que daqui a três anos você queira procurar aquela foto que você fez no Abando, e as fotos estão gravadas todas como _DCFnumeronumeronumero.jpg, como você vai achar?
O ideal será você criar um padrão para arquivar as fotos, no meu caso eu nomeio todas as fotos de um conjunto (um evento, por exemplo) na seguinte máscara:

AnoMesDia-nomedoevento-sequencia.jpg = 20100215-Abando-001.jpg

E guardo em uma pasta chamada 20100215-Abando

Assim daqui a 3 anos, quando eu for atrás dessas fotos eu posso procurar pelo mecanismo de procura do Windows ou Mac por Abando e ele vai mostrar todas as fotos com o nome Abando, e, como mostra a data no começo, eu posso escolher só as que tiverem 2010 e Abando no nome. Se você quiser ir mais além, colocar tags nos metadados dos arquivos também ajuda, por exemplo, o software Picasa, Adobe Bridge, iPhoto, Lightroom, Aperture aceitam que você coloque tags nas fotos, no caso de você postar na internet, tags como local, fotógrafo, evento podem parar nos mecanismos de procura com mais facilidade.

Espero que essas dicas lhe ajudem a fotografar melhor seja elas arte ou registro, se você ainda tiver alguma dúvida específica, poste um comentário com a pergunta, mas veja primeiro se a pergunta já não foi respondida.

10
ago

Canecas personalizadas Abando

É com prazer que anuncio que ficaram prontas a primeira leva de canecas personalizadas (é do staff, mas mata a sua curiosidade).

Para quem está em dúvida, o Fauna Urbana estará presenteando os 15 primeiros Inscritos (pago, consolidado, confirmado) no Abando 2011 com uma caneca personalizada com o retrato do seu Fursona!  (veja os desenhos do staff no DeviantArt). A promoção é válida até 15 dias antes do evento (tempo do artista terminar os desenhos)

Os desenhos ficam disponíveis para você baixar no Deviantart para que você possa guardar para você, e colecionar também!

A caneca é reutilizável, ou seja você pode passar uma água e usar de novo, assim você vai ser mais ecológico e não gastar copos descartáveis. Fique ligado outro prêmio bacana estará saindo do forno!

19
jul

Dragon’s son, Master of dragons e Mistress of Dragons (trilogia)

n49416

De Margaret Weiss

Em um mundo onde dragões e humanos coexistem, há uma lei onde os dragões não podem alterar o rumo da história dos humanos, nem interferir com suas vidas. As leis são jugadas por uma comissão de sábios dragões, porém há dragões infiltrados que estão criando humanos como animais de estimação e criando semi humano-dragões com poderes que podem destruir a comissão de sábios dragões para criar um mundo onde dragões dominem os humanos e tenham como escravos. Um dragão é apontado como agente que vai descobrir a farsa e combater os dragões corruptos.

19
jul

Obrigado Pré-Abandistas


A todos que vieram, participaram e compartilharam seus corações calorosos aos que vieram e não apareceram na foto XD (nota para mim mesmo levar câmera fotográfica da próxima vez), um grande obrigado em nome de toda a equipe Abando. Foi muito divertido e interessante conhecer todos vocês que só se encontram em meios virtuais e inclusive um novo furry apareceu, seja bem vindo Lobo Guará.

E a todos que vieram de longe, do Rio ou lé de cima no norte e  de Curitiba ou de outros lugares remotos, SJC, etc… Um MUITO obrigado mesmo de coração pelo esforço, mas garanto que valeu a pena.

E, aqueles que perderam no boliche… Shame on you XD.

Agora está oficial, “Cacadores de Ovnis” para o tema do Abando 2011, premiação de caneca com seu fursona para os 15 primeiros incritos (quando comecarem as incrções) e muito mais por vir.

Ao SilverBolt um agradecimento especial pelo promo-vídeo e ao Toboe por ter feito a caravana da coragem lá de Curitiba.

15
jul

Hachiko

Aconteceu hoje uma coisa muito inusitada ao voltar do trampo, realmente mágico. Geralmente volto no mesmo horário todos os dias, na rua têm aguns cães que vivem perambulando pela calçada, geralmente a “Preta” que é uma cadela mal educada sempre late para mim não importa a hora ou o dia e me segue, é a única que faz isso, além dela têm a “marrom” que é uma cadela que não late mas se chegar perto ela morde, o “shaggy” que é um cachorro que parece que já pegou todas as doenças possíveis e é muito detonado e o “mintira” que é o dono da rua, esse cara ignora todo mundo, e vive pedindo coisas nas casas dos vizinhos, ele não late para ninguém, não morde ninguém e não gosta da “preta” mas é o chefe dela.

Fiz o caminho habitual para o metrô, hoje um pouco atrasado por que os gerentes ficaram até tarde na reunião e eu tive de esperar, com o latido da Preta nas costas e o Mintira passeando por aí, sempre me ignorando. Ocupei minha mente com cães, como o Shadow, cão do Toboe é inteligente, o cão do Moon tem o pêlo bonito e é babão, e me lembrei de um cão desconhecido daqueles malhados que vivem nas casas de todo mundo. No meio do caminho pensei de novo naquele filme Hachiko, onde um cão da raça akita seguia seu dono até a estação de trem todos os dias e esperava o dono voltar, até após morte dele. Uma história triste mas mostrava como um cão pode ser fiel ao seu dono, depois pensei no cão preto, todo preto do Moon… aquele babão, nem me lembro do nome.

Passando pelos usuais pedintes e mendigos dormindo nas marquises das lojas nem percebi uma figura negra sentada na porta do metrô, como minha cabeça é devagar eu só processei a informação descendo as escadas rolantes. Era uma cena bem inusitada, voltei pela outra escada rolante e fitei novamente na porta do metrô, a princípio pensei que havia um segurança do metrô com um cachorro na porta, mas não vi mais nada, nem cachorro, nem segurança. Então eu resolvi futucar na minha câmera digital de bolso só para deixar preparado para fotografar aquela cena que tinha visto na entrada, um cão sentado bem comportado olhando para todos que passavam sem dizer nada, só aquele olhar de perdido. Era uma cena perfeita, mas era só imaginação, o cão tinha sumido.

Caminhei até a porta e vi o cão de pé do lado de fora olhando muitas pessoas passarem, então voltei até o fim do corredor e fiquei olhando em direção do cão até que ele voltasse para sua posição original e sentasse, o que não aconteceu, pior, ele olhou para mim e veio em minha direção, como alguém que estivesse perdido e quisesse pedir informação. O indivíduo era tímido, sentou a um metro de distância e ficou olhando com cara de pedinte, quem passasse por ali diria que eu era o dono do tal. Ficou um impasse ninguém falava nada, só um olhava para a cara do outro, o cão era bonito, tinha coleira e sem dúvida muito inteligente, era uma mistura de tudo que eu estava pensando no caminho até o metrô, parecia tão inteligente como o Shadow, era da raça daquele cão que nunca lembro que é malhado, tinha o pêlo do cão do Moon, todo preto e parecia fazer parte do filme de Hachiko, ali sentado esperando o dono voltar do trabalho, no metrô.

Ele ficou ali, sentado a um metro por alguns minutos, como alguém que está querendo puxar conversa mas não sabia o que falar, e eu também não queria conversa pois eu queria fazer uma foto e a posição dele não ajudava, então fiz que ignorei e saí do metrô e depois voltei. Ele ficou lá na mesma posição sentado olhando as pessoas passarem, aí eu apoiei minha câmera no guarda-chuva e fiz algumas fotos. Logo em seguida ele se levantou e, abanando a cauda seguiu duas moças que acabavam de subir as escadas. E foram embora.

Bom, é claro que ninguém vai acreditar que tamanha coincidência existe, imaginar um cão e ele por passe de mágica é evocado do nada, e, logo depois de fazer 4 fotos ele magicamente desaparece, é bastante incomum, mas quem se importa? Falei.

12
jul

Wolfs of the beyond

de Kathryn Lasky

Conhecida escritora da série Guardiões de Ga’hoole, Kathryn Lasky, conta uma estória sobre os lobos de Ga’hoole, onde na sociedade dos lobos, é importante se livrar dos filhotes defeituosos para que o clã seja sadio. O que acontece é que um filhote abandonado para morrer, sobrevive e volta para o clã, em uma emocionante estória que mostra como os lobos são inteligentes e vivem em superstições e histórias. O mundo é rico em detalhes e outros animais, honra e luta por sobrevivência, onde os animais conhecidamente mais superiores em inteligência e sabedoria são as corujas.

Por ser um livro escrito fora da série Guardiões de Ga’hoole, existe todo um dicionário de palavras e significados próprios utilizados pelos habitantes deste mundo, porém como todos são animais, eles de uma forma ou outra falam a mesma liíngua, mesmo sendo de forma diferente, como latidos, uivos, grunhidos ou miados.

A parte do livro que mais me chamou atenção é a forma como os lobos escrevem suas histórias e reconhecem as formas de arte, roendo ossos em escrituras como se fossem papéis e desenhos nas paredes com relatos. Apesar de ser um livro extremamente interessante, os acontecimentos são rápidos, sem muito espaço para drama, o que cativa muito o leitor, mas no final cria a sensação de “já acabou?”

5
jul

His Majesty Dragon Temeraire (trilogia)

n154250

De Naomi Novik

Em uma éra semi vitoriana paralela a nossa um capitão de um navio ao recolher produtos de uma fragata pirata Francesa descobre um ovo de dragão desconhecido, deste ovo nasce uma extraordinária criatura, um dragão celestial, com poder que ultrapassa os poderes dos dragões militares oficiais e se torna um poderoso aliado contra as nações inimigas. Depois descobre-se que o dragão seria um presente ao imperador da China, e muitos tentam recuperar este presente, que agora está emocionalmente envolvido com o capitão.

28
jun

Dragon Rider

dragon

Cornelia Funke

Dragões são animais como pássaros, e temem humanos, essa é mais uma estória onde humanos estão destruindo habitats dos animais (neste caso dragões) e eles precisam encontrar o Rim of Heaven, local de difícil acesso que nem os humanos poderão encontrar, isso salvaria a população dos dragões, porém ninguém sabe onde esse lugar fica, precisam enfrentar outros clãs de dragões, e, talvez o local nem exista.

No caminho o personagem principal, Firedrake encontra Ben, um menino humano fugitivo que acaba ajudando na procura. Mesmo os dragões podendo voar existem dificuldades e mistérios a serem resolvidos.

21
jun

The fourth Apprentice (warriors)

200px-Warriors_Fourth_ApprenticeDe Erin Hunter

Este livro faz parte da série de quatro livros, tem como plano de fundo humanos que estão destruindo o habitat dos gatos selvagens construindo uma represa e cortando a fonte de água. Para quem já leu Watership Down (A longa jornada) vai sentir a estória um pouco familiar.

Gatos, criaturas inteligentes que vivem em clãs enfrentam um grande problema a seca. Como os clãs vivem ao redor do lago, acaba sendo um problema para todos. Porém os clãs não são amigáveis entre si, e o grande desafio será juntar uma equipe para analisar e resolver o problema da seca. Uma jovem aprendiz descobre seu poder de clarividência e descobre que animais grandes e marrons estão cooperando com humanos para construção de um dique. A autora, consegue criar um ar bem “felino” neste livro, apesar de serem somente gatos, eles possuem um grande ego e se acham grandes caçadores, até descobrirem que não é bem assim.

Nesta sociedade, porém os gatos selvagens, caçadores não se misturam com os gatos caseiros, referenciados como “kitty pets”.

Correcao: O livro vendido em portugues é o primeiro da série, tambem chamado na amazon como Warrior Cats: Into the wild (http://www.amazon.com/Warriors-1-Into-Wild-ebook/dp/B000VYX8L8/ref=sr_1_23?ie=UTF8&m=AGFP5ZROMRZFO&s=digital-text&qid=1277911033&sr=8-23)

O livro comentado aqui é o Primeiro da série Omen of the stars: O quarto Aprendiz.

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